terça-feira, 25 de outubro de 2016

DOM VIRGÍLIO ZUFFADA, AMIGO, IRMÃO, PADRINHO!
AMOR E DOR: A EXPERIÊNCIA DOS PACIENTES DE DON VIRGILIO ZUFFADA
Arivederte Carissimo Pastore!
Conhecemos ( Eu e Ricardo De Benedictis, Meu pai) alguém no velho continente, que nos despertou curiosidade a princípio e nos levou a uma viagem ao fundo da alma Humana, como jamais pensei que viveria. Dom Virgílio Zufada me proporcionou um encontro com uma Igreja de Cristo...Simples, profícua em amor, ativa em ação de bondade e generosidade e extremamente APAIXONADA pelo Próximo, pelo ser humano.
Fiquei com a imagem daquele homem simples, e tão pro ativo, frágil, mas de descomunal força e fé. Um Homem que viveu Jesus, qual o mandamento dele mesmo, A Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo...Creio que Dom Virgilio foi além, e amou ao próximo mais que a si!
Ricardinho De Benedictis.
Piacenza, 07 de dezembro de 2010
Amor direito e nova coleção de dor de poemas de Don Virgilio Zuffada, capelão de 2004 no Piacenza hospital. O livro será apresentado quinta-feira, 9 de dezembro a partir das 16:30, no Salão das Colunas do hospital William de Saliceto em Piacenza.
Participou pela Autoridade de Saúde Director-Geral do Piacenza Andrea Bianchi e pelo director executivo Francesco Magni. Além de Claudio Arzani, diretor administrativo da rede hospitalar.
"Nesta coleção de poemas - escreve a jornalista e poeta Bruna Milani no prefácio - Don Virgilio aborda o difícil tema do mistério do sofrimento e da morte." Como capelão do hospital, o sacerdote encontra diária "dor, medo, esperança, a necessidade de afeto daqueles que - ainda - com a experiência da doença conhecem a exclusão da vida normal, dependência dos outros, a verificação o sofrimento, o terror da morte.
Em linhas simples, delicado, ricos em empatia, don Virgilio está perto do doente como sacerdote e como homem, especialmente como um poeta que combina esses dois modos de ser e acrescenta algo
extra ". "A fé de Dom Virgilio - continua Bruna Milani - não é abstrato, mas concreto participação, a proximidade com os pacientes e seus familiares". "Cada pessoa que encontrou no hospital está em sua individualidade, de ser único e irrepetível. Não é um número e, em seguida, ou de uma doença ou de um caso clínico, mas uma pessoa com todo o seu mundo, a sua dignidade, o seu valor.
Atenção Carinhosa é dada nos versos, mesmo para aqueles que trabalham no hospital, para aqueles que, por várias razões, tentam aliviar a dor e curar a doença".
Nascido em Nibbiano, sacerdote desde 1962, Don Virgilio foi missionário no Brasil e pastor em várias comunidades da Diocese de Piacenza / Bobbio. Em seus diários poéticas ele define sua experiência de vida, as reuniões e os locais visitados. Amor e dor é a sua quinta coleção, após o retorno ao Éden, os livros Canto dos trópicos (traduzido para o português e distribuído em Vitória da Conquista, em 2007, quando a comunidade o homenageou e ele autografou tais livros para os seus antigos paroquianos) Canções dos meus Vales e Canções de Países, Cidades e Continentes.
NOTA:
Ricardo De Benedictis
Embora estivéssemos na Itália quando Dom Virgílio Zuffada veio ao Brasil, especialmente a Vitória da Conquista, através de Nelival Pereira Sá, fui incumbido por ele para traduzir seu livro recem, lançado na Itália, Canti di Tropici “CANTOS DOS TRÓPICOS”,  no qual ele publica versos de imensa sensibilidade sobre a África e o Brasil. Este livro foi impresso aqui em Conquista pelo meu filho Vinícius De Benedictis, que hoje é advogado. Na oportunidade, minha família fez uma singela homenagem a Dom Virgílio, oferecendo-lhe um jantar à italiana, preparado com carinho pela minha esposa Annabel Andrade De Benedictis. Dom Virgílio emocionou-se em nossa casa. Lembro que, quando eu lhe dizia em Piacenza que o Brasil poderia virar ‘uma Grécia’, graças ao rombo causado pela corrupção em nossas estatais ele ria, como se não acreditasse em tamanha asneira. Ele achava Lula o máximo. Um pobrezinho que saiu do sertão pernambucano num pau-de-arara e chegou à presidente do Brasil. Eu tentava explicar seus métodos, as denúncias de corrupção, mas ele sempre minimizava, como se aquilo fosse uma ‘visão’ ortodoxa. Sei que ele gostava muito de mim. E já aqui no Brasil, recebi uma ligação telefônica na qual ele me pediu desculpas por ter duvidado das minhas concepções. Pouco tempo depois soube da sua morte que hoje estou anunciando. Uma pena, que homens puros como o missionário católico e poeta Virgílio Zuffada tenha se enganado com figuras diabólicas como o Lula e sua corte. Uma pena.
Aos amigos e familiares de Dom Virgílio, à Curia e Diocese de Piacenza e ao Vaticano, aqui deixo o meu maior sentimento pela morte de Dom Virgílio. Gostaria de viver mais alguns anos, em melhores condições financeiras para ajudar alguém como ele fez por mim. Não sei se conseguirei. Enfim, ela era santo. Eu só tenho o desiderato!
TRADUZIDO DO TEXTO ORIGINAL EM ITALIANAO A SEGUIR:
Amore e dolore: l’esperienza tra i malati di don Virgilio Zuffada
Attenzione, il contenuto di questo comunicato potrebbe non essere piú attuale.
Clicca qui per visualizzare gli ultimi comunicati oppure effettuare una ricerca con il motore di ricerca interno
Piacenza, 7 Dicembre 2010
S’intitola Amore e Dolore la nuova raccolta poetica di don Virgilio Zuffada, dal 2004 cappellano all’ospedale di Piacenza. Il volume sarà presentato giovedì 9 dicembre, alle ore 16.30, nella Sala Colonne dell’ospedale Guglielmo da Saliceto di Piacenza.
Partecipano il direttore generale dell’Ausl di Piacenza Andrea Bianchi e il direttore amministrativo Francesco Magni. Presenta Claudio Arzani, direttore amministrativo della rete ospedaliera.
“In questa raccolta di poesie – scrive la giornalista e poetessa Bruna Milani nella prefazione – don Virgilio affronta il difficile tema del mistero della sofferenza e della morte”. Come cappellano dell’ospedale, il sacerdote incontra ogni giorno “il dolore, la paura, la speranza, il bisogno d’affetto di coloro che – continua – con la malattia sperimentano l’esclusione dalla vita normale, la dipendenza dagli altri, la verifica degli affetti, il terrore della morte. Nei versi semplici, delicati, ricchissimi di empatia, don Virgilio è vicino ai malati come sacerdote e come uomo, soprattutto come poeta che assomma questi due modi d’essere e aggiunge qualcosa in più”. “La Fede di don Virgilio – prosegue Bruna Milani – non è astrazione ma partecipazione concreta, vicinanza ai pazienti e ai familiari degli stessi”. “Ciascuna persona incontrata in ospedale è presente nella sua individualità di essere unico e irripetibile. Non un numero, quindi, né una malattia o un caso clinico, bensì una persona con tutto il suo mondo, la sua dignità, il suo valore. Affettuosa attenzione è riservata nei versi anche a chi opera nell’ospedale, a chi, a vario titolo, tenta di alleviare il dolore e curare la malattia”.
Nato a Nibbiano, sacerdote dal 1962, don Virgilio è stato missionario in Brasile e parroco in diverse comunità della Diocesi di Piacenza/ Bobbio. Nei suoi diari poetici ha fissato la sua esperienza di vita, gli incontri e i luoghi visitati. Amore e Dolore è la sua quinta raccolta, dopo Ritorno all’Eden, Canti del Tropico, Canti delle mie valli e Canti di Paesi, Città e Continenti.

Nenhum comentário:

Postar um comentário